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Nuvem por hora ou servidor mensal? Calcule o ponto de empate

A nuvem cobra pelas horas em que a máquina fica ligada, em dólar. Um servidor alugado por mês cobra as 730 horas do mês, em reais, com valor fixo. Qual sai mais barato depende de uma coisa só: quantas horas a sua carga realmente roda.

A conta em quatro passos

  1. Meça as horas com carga de cada tipo de uso no mês. Separe as cargas agendadas (jobs) do uso de desenvolvimento e análise, porque o padrão de cada um é muito diferente.
  2. Calcule o custo por hora útil de cada opção: custo do mês ÷ horas com carga.
  3. Ache o ponto de empate: o número de horas de carga em que o custo mensal fixo fica igual ao custo por hora.
  4. Compare com as horas reais. Acima do empate, o mensal compensa; abaixo, pagar por hora e desligar compensa.

O que costuma aparecer

Num caso real, as cargas agendadas rodavam 89% do mês: o servidor mensal compensava. Já o ambiente de desenvolvimento era usado 25% do mês: ali, pagar por hora e desligar quando ninguém usa era bem mais barato.

Ou seja, a resposta raramente é "tudo na nuvem" ou "tudo no servidor". É por tipo de carga.

Teste também a nuvem com horário

Antes de mudar de modelo, simule a nuvem desligando a capacidade fixa fora do expediente. Uma capacidade que fica ligada as 730 horas do mês, mas só é usada em horário comercial, pode ter a maior parte do custo cortada só com um agendamento de pausa e retomada.

Armadilhas

Quer fazer essa conta com os números da sua operação? Esse é o primeiro passo do nosso FinOps de plataforma de dados.